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Adesão da YWCA do Brasil à Menssagem do Dia Mundial da AIDS

 
MENSAGEM DAS IGREJAS, REDES DE PESSOAS QUE VIVEM COM HIV E AIDS E DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL PARA O DIA MUNDIAL DA AIDS 2007

 

“DETENHAMOS A AIDS MANTENHAMOS O COMPROMISSO”

ASSUMAMOS UMA LIDERANÇA CONFIÁVEL E RESPONSÁVEL.

 

 

“Por amor aos meus irmãos e irmãs

e das minhas amigas e amigos,

direi: “Que a Paz esteja contigo”

Por amor a Casa do Senhor, nosso Deus,

buscarei a tua felicidade”

 

                                     (Salmo 122, 8-9, correspondente ao 1 Domingo de Advento. Ciclo “A”)

 

 

Introdução:

1. A pandemia do HIV e da AIDS nos convoca a todas e todos, tanto individualmente como comunidades de fé, a iniciar uma peregrinação no sentido de objetivos visíveis e invisíveis. Convoca-nos a romper silêncios, despojar-nos de temores, abandonarmos cumplicidades e prejuízos que produzem estigma e marginação para avançar pelos caminhos da solidariedade e da justiça e fazer a missão de fazer visível o amor incondicional de Deus.

 

2. Como comunidades religiosas e pessoas com compromissos de fé, temos consciência da influencia que a nossa voz, testemunho e exemplo têm sobre a população em geral. Queremos que esta liderança se transforme em uma ferramenta que permita superar os obstáculos que dificultam alcançar os objetivos que esta crise mundial tem colocado como meta final de nossas palavras e ações.  Para alcanzar este objetivos sabemos que necesitamos da colaboração de todos nos.

 

3. Este espaço de reconhecimento e liderança que nos outorga a sociedade na qual vivemos implica responsabilidade. Fazemos nossas as afirmações da Declaração Política da Sessão Especial da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre a AIDS, aprovadas em 2006 quando afirma “Estamos convencidos de que sem uma vontade política renovada, uma liderança enérgica e um compromisso contínuo e coordenado de todos os interessados, dos diferentes níveis, incluídos as pessoas que vivem com o HIV, a sociedade civil e os grupos vulneráveis, e sem um aumento dos recursos, o mundo não conseguirá por fim a pandemia[1][1]

 

4. Este compromisso nos leva a evitar toda ação que pretenda ser meramente oportunista circunstancial e sem planificação. Estamos convencidas e convencidos da necessidade de ter uma clara vontade de envolver-nos em todos os aspectos que esta pandemia tem colocado de manifesto. Esta mensagem e compromisso expressam nossa vontade de romper silêncios e curar os estigmas que nossa ignorância e prejuízos têm produzido e renovar nossa hermenêutica teológica e confessional para transformar nossa ação educativa, de prevenção, de promoção de direitos e de acompanhamento e cuidado na crise da pandemia do HIV. Esta vontade renovada de solidariedade e comunhão nos chama a sermos responsáveis no cumprimento de nossas promessas e cooperar no logro dos compromissos que nossos governos e a nossa sociedade tem assumido no ano 2001 e 2006 no marco das Nações Unidas. Uma crise mundial exige uma resposta mundial.

 

5. Esta renovada visão do nosso lugar no contexto da pandemia do HIV e AIDS, e de nossa vontade de abrir-nos e responder aos desafios que ela suscita, necessita de uma liderança enérgica e valente que possa fundamentar e sustentar seu compromisso neste processo de longa duração. Esta liderança, tanto de instituições, programas e pessoas espera uma presença criativa que possa construir ações que levem a uma sã e generosa resposta e a uma toma de consciência dos obstáculos que devemos vencer nesta peregrinação para alcançar os objetivos propostos.

 

6. Sabemos que a sós não poderemos alcançar estas metas e por isso nossa liderança deve integrar-se na resposta global a pandemia. É importante assumir em consciência que queremos ser parte constante, integral, democrática das ações propostas.

 

7. Os dados que nos brindam as estatísticas clamam aos céus por uma rápida e honesta coordenação de esforços e renovada vontade de ação. “A pandemia alcançou níveis sem precedentes em 2006, quando 4.3 milhões de pessoas adquiriram o HIV, más que em qualquer ano prévio”[2][2] Estas cifras que no são somente números mas são pessoas, amigos e amigas, parentes e de companheiras e companheiros de vida e de trabalho. Estas estatísticas nos urgem a assumir uma liderança que se comprometa criativamente e abra sua mente e seus corações para coordenar esforços nos diferentes níveis de nossas instituições, programas e diálogo entre elas e as diversas redes das quais formamos parte. O tema do HIV e a AIDS deve constituir-se em uma ação transversal a toda nossa vida comunitária e pessoal.

 

8. É por isto, que como lideres que buscamos deter a AIDS e cumprir com os nossos compromissos, queremos tomar como eixo da nossa ação chegar a cumprir para o ano 2010 a meta do acesso universal aos tratamentos que asseguram qualidade de vida as pessoas que vivem com HIV ou com AIDS na América Latina e o Caribe.

 

9. A Organização Mundial da Saúde estima que um terço da população mundial, isto é, 2.000 milhões de pessoas não têm acesso regular a medicamentos essenciais de qualidade. Embora a disponibilidade de medicamentos não seja o único aspecto do acesso a uma atenção sanitária de qualidade, queremos assumir o compromisso de transformar essa realidade. Como pessoas e comunidades de fé assegurar a qualidade de vida e saúde de cada um dos habitantes de nosso continente é parte integral de nossa confissão de fé.

10 Sabemos muito bem que a dimensão do problema de falta de acesso aos medicamentos essenciais transcende o âmbito do sistema de saúde, e que supõe também obstáculos sociais, econômicos e éticos. É por isso que queremos comprometer-nos a parar a AIDS e cumprir nosso compromisso de fé em unir nossos esforços entre todas as comunidades religiosas, seus líderes e a generosa cooperação com as organizações da sociedade civil e governamental. Esta crise mundial exige uma resposta coordenada e de amplia cooperação. Se em algum momento temos sido parte do problema, hoje pedimos perdão e afirmamos que queremos ser parte da solução junto com as redes de pessoas que vivem com HIV ou AIDS e com toda a gama de organizações e pessoas que estarão trabalhando para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e os estabelecidos pela Declaração de Compromisso das Nações Unidas de 2001 e 2006.

 

11. Juntos queremos gerar, com a nossa liderança religiosa e social, consciência sobre o HIV e expressar solidariedade global para superar os desafios que a prevenção do HIV, acompanhamento e cuidado das pessoas que vivem ou convivem com o vírus e todos os grupos em situação de vulnerabilidade ao HIV. Sabemos que os preços dos medicamentos não são accessíveis para as pessoas que mais os necessitam em nossos países em desenvolvimento. Como líderes assumimos o compromisso de clamar por uma equidade de preços que se fundamentem no principio que os países pobres deveriam pagar menos pelos medicamentos essenciais e ter acesso a eles para poder garantir a cobertura efetiva, pública e gratuita do cuidado da saúde como um direito de todos os habitantes de nosso continente. Esta é uma opção que faz a essência da nossa liderança religiosa.

 

12. Afirmamos que a atenção à saúde é um direito essencial e implica que sua cobertura não deve responder a mecanismos mercantis nem depender dos ingressos das pessoas. Este direito é reconhecido pela legislação de todos os países da América Latina e aplicado com diversa intensidade pelos diferentes governos. Os logros alcançados até este momento no acesso universal a atenção da saúde e dos medicamentos anti-retrovirais, tem sido o resultado da incansável e permanente tarefa das organizações da sociedade civil e das redes de pessoas com HIV ou com AIDS que tem logrado e vigiam pelo seu efetivo cumprimento.

 

13 Temos clara consciência que nossas vozes, juntas podem ter um maior efeito e uma maior eficácia. Por isto queremos unir nossas vozes às outras vozes que pedem que nossos governos, nossas sociedades e nossas comunidades de fé cumpram com seus compromissos. A melhor prevenção da epidemia é assegurar que nenhuma pessoa que viva com HIV ou AIDS possa ser excluída por nenhuma razão do tratamento com anti-retrovirais e acesso a educação, atenção e apoio relacionado com a epidemia digna do ser humano.

 

14. Já é tempo de assumir uma liderança visível, ativa e sustentável das nossas comunidades de fé e dos nossos representantes. É por isto que em nossas comunhões de fé quando existe um conflito de interesses entre os direitos da propriedade intelectual, que possam limitar o acesso a medicamentos essenciais, e o direito a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV ou AIDS, nossa opção esta claramente do lado das pessoas antes que do lado da indústria farmacêutica.

 

15. É por isto, e assumindo nossa responsabilidade de uma liderança comprometida em fazer do HIV e da AIDS um elemento transversal em todas nossas ações, empreendimentos e propostas, solicitamos que todo acordo bilateral regional ou multilateral não pode dispor medidas que vão além do que estabelecem os Acordos Internacionais da Organização Mundial de Comercio, porque isto seria um perigo muito real e concreto a nosso compromisso de lograr o acesso universal aos medicamentos anti-retrovirais proposto para o ano 2010.

 

16. Confessamos que os nossos esforços por prevenir, educar, assistir e cuidar no contexto da pandemia do HIV e da AIDS não estão logrando seus objetivos. Esta constatação não nos pode paralisar, deve ser um incentivo para fortalecer nossa liderança e responsabilidade e unir nossas ações e incrementar nossos esforços.

 

17. Confessamos que a razão principal desse não cumprimento se deve a debilidade da nossa liderança como organizações de fé, debilidade de nossos líderes políticos e debilidade da liderança a todos os níveis. Sendo assim queremos comprometer-nos em assumir um protagonismo que se distinga por sua inovação, visão e ação e que possamos ser exemplo pessoal e comunitário que brinde esperança, como expressão visível do amor de Deus para com todas e todos e junto às pessoas e organizações poder superar os obstáculos que ainda temos que vencer.

 

18. É por isto que como líderes das comunidades de fé na América Latina e o Caribe, das organizações da sociedade civil e das redes de pessoas que vivem com HIV ou com AIDS, assumimos nesta data o compromisso de ser modelo para que ninguém por nenhuma razão ou motivação, fique excluído ao acesso a informação, a prevenção, a educação, e ao exercício pleno de seus direitos de cidadão, e o acesso à atenção e o cuidado relacionado com o HIV e a AIDS. Também nos comprometemos em lograr que para o 2010 todas as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham plena inclusão e integração em nossas comunidades de fé, projetos, programas e ações.

 

Assumimos nossa liderança,

Assumimos a liderança em acabar com o HIV

Queremos parar a AIDS

Queremos cumprir nossas promessas.

Queremos que nossos governos cumpram suas promessas.

 

Dia Mundial da AIDS, 1º de dezembro 2007

 

Adesões:

 

Acción Ecuménica-Venezuela

  • César Henríquez         

Agrupación Menonita Latinoamericana de Comunicaciones - AMLAC"

AID FOR AIDS International

  • Enrique Chávez. Advocacy Director. New York

ASIVIDA (Centro de Apoyo y Referencia) Iglesia Evangélica Luterana de Colombia.

  • Lic. Rosa Elena Cortéz
  • Lic. Ana Isabel Mendivelso
  • Pastor Eduardo Martinez

Asociación Atlacatl Vivo Positivo - El Salvador

ASOCIACIÓN "PABLO BESSON"  Centro de Desarrollo e Información Social. Buenos Aires. Argentina

  • Malena Manzato

Asociación Civil Espacios Sociales de Inclusión. Buenos Aires. Argentina

  • Alejandra Díaz Biglia 

Asociación Cristiana Femenina. (YWCA)

ACF Mundial. World YWCA (Ginebra – Suiza)

ACF de Argentina (YWCA of Argentina)

ACF do Brasil (YWCA do Brasil)

  • Georgia Ventura Bartolo
  • Patrícia González. Secretária Geral Nacional

ACF de Chile (YWCA de Chile)

  • Claudia Oyarce G.. Presidenta ACF Valparaíso

ACF de Costa Rica. (YWCA of Costa Rica)

  • Xinia Brenes. Directora General

ACF de El Salvador. (YWCA of El Salvador)

  • Lic. y Master Elvira Portillo, El Salvador.

ACF  Mexicana. (YWCA de la Republica Mexicana)

se adhiere al mensaje al igual que sus locales:

  • YWCA de Guadalaja
  • YWCA de Naucalpan
  • YWCA del Distrito Federal (Ciudad de México D.F.)

ACF de Perú. (YWCA of Perú)

  • Silvanna Ayaipoma. Secretaria General

ASOCIACION CRISTIANA DE JOVENES DE EL SALVADOR

 

CAREF. Comisión Apoyo al Refugiado. Servicio Ecuménico de Apoyo a Migrantes y Refugiados. Buenos Aires. Argentina

  • Lic. Gabriela Liguori

Casa de Luz Iglesia de la Comunidad Metropolitana (Monterrey, NL - México)

  • Rev. Fernando Frontan, pastor.

Carmiña Navia Velasco Cali – Colombia. Teóloga, Iglesia Católica

 

Católicas por el Derecho a Decidir, Buenos Aires.

  • Coca Trillini.

CEGLA (Cristianos Evangélicos Gays y Lesbianas de Argentina)

  • Marcelo Sáenz

Centro Cristiano de Reflexión y Diálogo-Cuba

  • Rev. Raimundo García Franco  Director Ejecutivo.

Conferencia Episcopal de Guatemala. Sub. Comisión de VIH, 

  • Hermana Dee Smith
  • Dra. Flor Idalia Muñoz
  • Dra. Conchita Reyes
  • Hermana Marilu Daoust
  • Lic. Rony Garcia

Comisión Unida de Educación Cristiana (CUEC) Buenos Aires. Argentina

  • Profesora Norma Falchetti

Comunidad Presbiteriana de Maracay. Aragua. Venezuela

  • Pastor Josué Gómez.

Centro Parroquial Ecuménico Rosa Blanca. (Lima. Perú)

  • Rev. David Limo

Coordinación Regional del Plan de Acción en vih y sida de la Federación Luterana Mundial “Compasión, Conversión, Asistencia”

  • Pastor Lisandro Orlov

CREAS, Centro Regional Ecuménico de Asesoría y Servicio. Argentina

  • Humberto Martín Shikiya

Diaconia en Brasil

  • Rev. Arnulfo Barbosa
  • Rev. Sérgio Andrade

Diaconía Cristiana en la Diversidad (ICM Uruguay)

  • Equipo Pastoral y Comisión Directiva

Ejercito de Salvación Sud América Este

  • Mayor Osvaldo Corazza

Ejército de Salvación. Santiago de Chile

  • Mayora Martha Magallanes/Morales, ELAMI,

ESPACIO DE MUJERES/CEASOL - Buenos Aires. Argentina

  • Blanca Garro - Cecilia Cubilla - Mabel Filippini

Federación Argentina de Iglesias Evangélicas.

  • Junta Directiva.

Foro de Género del Consejo Latinoamericano de Iglesias de Argentina.

  • Ana De Medio (Co-Coordinadora del Foro)
  • Viviana Pinto (Co- Coordinadora del Foro)

Fundación Comunicación Positiva.  Bogotá – Colombia

  • David Morales Alba

Fundación DESCIDA Asistencia Médico-Psicológica y Legal en VIH/Sida

  • Lic. Noemí Perelman

Fundación Educación Popular en Salud (EPES) Chile.

  • Lic. Sonia Covarrubias

FUNDAÇÃO LUTERANA DE DIACONIA - Porto Alegre - Brasil

  • Pastor Silvio Schneider

FUMEC ALC (Federación Universal de Movimientos EstudiantilesCristianos en América Latina y el Caribe.

  • Rev. Dan González Ortega - Secretario Regional

Gracia Violeta Ross

            Delegada Alterna por la región LAC en el PCB de ONUSIDA

            Miembro de la Delegación de ONGs del Sur en la Junta del Fondo Global

 

Griselda Carmen Burgos Martínez.

Docente de Escuela de Modalidad Común y Docente de Escuela de Educación Básica de Adultos en Sierra Grande y Playas Doradas Provincia de Río Negro. Argentina.

Hna. Peggy Hennessey, M.M.

 

Iglesia Anabautista Menonita de Buenos Aires

Iglesia de la Comunidad Metropolitana de Nicaragua

  • Rev. Alberto Nájera

Igreja da Comunidade Metropolitana de Niterói, (Brasil)

  • Rev Gelson Piber

Iglesia Discípulos de Cristo. Argentina

  • Pastor Presidente Angel Peiró

Iglesia Evangélica Bautista de Constitución

 

Iglesia Evangélica del Río de la Plata (IERP)

  • Pastor Federico H. Schäfer
  • Pastor Juan Abelardo Schvindt (Buenos Aires. Argentina)

Iglesia Evangélica de Confesión Luterana en Cuba.

  • Rev. Ramón M. Benito Ebanks, Obispo presidente Iglesia Luterana Cubana
  • Rev. Dagoberto Herrera Roque, Obispo auxiliar Iglesia Luterana Cubana
  • Rev. Marielis Safonst Viamonte, Pastora presidenta Iglesia Luterana Cubana
  • Rev. Alexis Valdespino Hernández, Pastor presidente Iglesia Luterana Cubana 
  • Rev. Roberto Jomarron Herrera, Profesor del Instituto de la Iglesia Luterana Cubana
  • María Elena Viart Ebanks, Presidenta de Sociedades Cristiana, Iglesia Luterana Cubana
  • Digna Marlenis Hernández Amador, Diaconisa Iglesia Luterana Cubana
  • José Andrés González Martínez, Profesor del Instituto de la Iglesia Luterana Cubana

Iglesia Evangélica Luterana en Magallanes. (Chile)

·        Pastor Luís Álvarez Figueroa

Iglesia Evangélica Luterana en Chile (IELCH)

·         Doctora Pastora Gloria Rojas

Iglesia Evangélica Luterana Unida en Argentina y Uruguay. (IELU)

·         Alan Eldrid, Pastor Presidente

Iglesia Evangélica Luterana Unida Secretaría de la Mujer (Argentina)

Iglesia Luterana en Chile
            Obispo Rolando Holtz

Iglesia Luterana Costarricense

·         Pastora Katarina Hedqvist

·         Pastor Magnus Leonardo Hedqvist

·         Lic. Miguel Antonio Rojas Campbell

·         Pastor Presidente Melvin Jimenez

Iglesia Luterana Guatemalteca ILUGUA

  • Pastor José Pilar

Iglesia Luterana Evangélica Peruana (ILEP)

  • Rev. Pedro Bullón Moreano. Pastor Presidente

Iglesia Luterana de Valencia IELV.- Acción Ecuménica – Venezuela

  • Rev. Gerardo A Hands C.

Iglesia Evangélica Menonita de Trenque Lauquen (Argentina)

  • Pastor Guillermo C. Font

Iglesias Reformadas en Argentina.

  • Pastor Roberto H. Jordan, presidente

Iglesia Reformada en Mar del Plata

·         Rev. Gerardo Oberman

Instituto Evangélico Americano de la Congregación El Redentor de la Iglesia Evangélica Luterana Unida – Buenos Aires – Argentina

·       Roberto O. Stein – Director General

 

Instituto para el Desarrollo Humano – Cochabamba. Bolivia,

  • Edgar Valdez

José Kowalska. Pastor de la Iglesia Evangélica Luterana de Barquisimeto, de la Iglesia Evangélica Luterana de Turén (en Turén) y de la Misión Luterana "San Gabriel" de la Iglesia Evangélica Luterana en Venezuela.

 

Pastor Dr.Lothar Carlos Hoch - Professor da Escola Superior de Teologia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, São Leopldo/RS.

 

Luis Leiva Friedman, San José. Costa Rica.

 

Ministerio de Restauracion y consolacion HESED

  • Pastor Miguel Vargas-Machuca Toledo. Asambleas de Dios. Perú

Misión Luterana de  Santiago Centro. (Iglesia Luterana en Chile)

  • Pastor Juan Wehrli Romo

Movimiento Ecumênico de Derechos Humanos

  • Pastor Arturo Blatezky

PAADI. Programa de Apoio à Açao Diaconal das Igrejas. Brasil

  • Rev.  Sérgio Andrade

Padre Alberto Faraoini. Salesiano de Don Bosco. Argentina.

 

PADRES, FAMILIARES, AMIGOS DE LESBIANAS Y GAYS, Buenos Aires, Argentina.

  • Irma Fischer

Pastoral Ecuménica VIH-SIDA. Buenos Aires. Argentina

  • Lic. Lucas Veira
  • Marta Susana Benítez
  • Silvia Meynet
  • Lic. Tomás Peris

Pastoral Ecuménica-Maracay-Venezuela

  • Ángel Pacheco

Pastoral Ecuménica de Acompañamiento A Personas Viviendo Con VIH/SIDA.
           
Carmen Molina

 

Pastoral Juvenil de la Iglesia Luterana de Nicaragua "Fe y Esperanza"

  • Mario Cesar Leiva. Técnico del proyecto de VIH y sida

Programa de Incidencia sobre Deuda Externa Ilegítima - Federación Luterana Mundial

  • Pastor Ángel Furlan.

Proyecto Vida - Venezuela

  • Esther López               

Red Centroamericana de Personas que Viven con VIH-Sida - REDCA+

·         Lic. Sergio Montealegre

 

Red Latinoamericana de Personas que Viven con Vih o con Sida - RedLa+

  • Oswaldo Rada. Secretario Regional. Colombia

Red Colombiana de Personas Viviendo con vih o con sida – RECOLVIH Bogotá – Colombia

  • Javier Leonardo varón

Red Crearte

·         Rev. Gerardo Oberman

 

Red Ecuménica de Teólogas Región Santa Cruz. Bolivia

  • Alcira Agreda

Red Uruguaya de Personas que Viven con VIH o SIDA.   REDLA+

  • Laura Perez Ottonello

Templo Mishkan - Argentina

  • Rabino Baruj Miller

Lic. Sergio Montealegre . Activista Latinoamericano en VIH-Sida. (El Salvador)

 

Rev. Juan Gattinoni Secretario Regional Consejo Latinoamericano de Iglesias.

(CLAI) Río de la Plata

 

Rev. Livan Echazabal. Hogar San Esteban. Iglesia Anglicana en el Uruguay.

 

Virginia Iváñez.  Miembra del Consejo de la Federación Luterana Mundial. Venezuela.

 

Wenceslao Maldonado, Docente (Buenos Aires. Argentina


[1] UNGASS. Declaração Política da Sessão Especial da Assembléia General de Nações Unidas, 2006,  parágrafo 16.

[2] World Aids Campaing. Assume a liderança. www.worldaidscampaingn.org



 
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